Comportamento Inato (Skinner, 1974)
DOI:
https://doi.org/10.18761/AB50Annd23809Palavras-chave:
comportamento inato, reflexo, instinto, filogenia, seleção naturalResumo
No livro de 1974, Skinner apresenta no capítulo 3 sua resposta às criticas que descrevem o behaviorismo (de maneira generalizada) como um tipo de “ambientalismo radical”, adepto das noções de “tabula rasa”, “caixa preta” e “organismo vazio”. O contexto histórico no qual o debate ocorre é importante para uma compreensão da posição de Skinner. O interlocutor privilegiado parece ser a Etologia Clássica de Lorenz e Tinbergen. No esforço para esclarecer a sua posição, Skinner apresenta o comportamento, inclusive os mecanismos de condicionamento respondente e operante, como mais um produto da seleção natural, uma função orgânica, como a respiração e a digestão, abraçando filosoficamente o naturalismo, o selecionismo e o fisicalismo. Ao fazê-lo, implode o dualismo “inato X aprendido” e critica sistematicamente o mentalismo em suas mais variadas formas, inclusive no conceito de “instinto”.
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